sexta-feira, 25 de julho de 2014

A grande tribulação e o reino milenar de Yeshua



Estudo elaborado por Xan





Com este pequeno estudo demonstraremos que todos os fiéis a YHWH passarão juntamente pelo período da grande tribulação, uma vez que a vinda (única) de Yeshua para o encontro com os tais ocorrerá somente depois deste período, conforme escrito em Mateus 24: 29 a 31.

Gostaríamos também de ressaltar que não haverá nenhum rapto secreto, pois o texto (I Tess. 5:2) que compara a vinda de Yeshua com a vinda de um ladrão está simplesmente apontando para um momento inesperado ao invés de um arrebatamento secreto.


Em Apocalipse 1:7 está escrito: Eis que (Yeshua) vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém!


As Escrituras somente narram um encontro dos salvos com Yeshua, nas nuvens.






João 17: 24 e seu respectivo contexto narra a oração que Yeshua fez ao Pai para que os discípulos estivessem onde Ele estaria, porém no contexto geral do evangelho de João, Yeshua afirma que para onde ele iria (trono de YHWH) os discípulos não poderiam ir (João 8: 13: 33), e a promessa de Yeshua é que ele retornaria para encontrar com os discípulos (João 14: 28).


A seguir veremos uma aparente “contradição” bíblica criada pelos os teólogos cristãos que utilizam isoladamente esta passagem para ensinarem a *doutrina de que os fiéis irão morar eternamente no céu, vejamos:


João 14: 2; 3 diz: Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.


Este texto demonstra que Yeshua preparará lugar para nós no reino de YHWH, que será entregue por ele ao Pai (I Corintios 15:24,25), depois da destruição da morte no juizo final (Apocalipse 20:14) que ocorrerá depois que Satanás for solto no final do período milenar.



1 - Em Apocalipse 3: 10 lemos a promessa de YHWH guardar a “igreja” de Filadélfia durante o período da grande tribulação que virá sobre o mundo para provar os que habitam na terra.


É muito simples compreender a lógica bíblica quanto aos acontecimentos que antecedem o estabelecimento do reino messiânico de Yeshua aqui na terra. O contexto e a lógica bíblica deixam evidencias de que a próxima vinda de Yeshua será a última, ela ocorrerá logo após o término do período da grande tribulação, conforme lemos em Mateus capítulo 24, versículos 29 a 31 que diz:


29 E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potestades dos céus serão abaladas. 30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. 31 E ele enviará os seus anjos com grande rijo de trombeta , os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.


Obs. Não está escrito que haverá dois encontros / arrebatamentos nas nuvens, um primeiro para os crentes fiéis que “acham que vão morar no céu” e outro segundo para os que se salvarem na grande tribulação, e que também deveriam ir morar lá.


Vejam que dentro do próprio contexto de Mateus 24 Yeshua deixa claríssimo que o único encontro nas nuvens ocorrerá depois da aflição daqueles dias, ou seja, da Grande Tribulação, e depois disso os santos descerão com Yeshua e ele pisará sobre o Monte das Oliveiras.


Quando Yeshua citou o "versículo" 29 do capitulo 24 de Mateus ele estava baseado em Isaias 3: 10-3 / Joel 2: 10, 31 e 32 / Zacarias 14: 6; 7, enfim todos os textos que fazem menção ao dia do Senhor.


Este ajuntamento ou arrebatamento acontecerá no momento da transformação quando passaremos a ter nossos corpos incorruptíveis, conforme o mistério que nos contou o apóstolo Paulo em I Coríntios 15: 49 a 54 , que está em perfeita harmonia com Mateus 24: 31, e daí por diante reinaremos os mil anos com Yeshua aqui na terra. Após o encontro com Yeshua nas nuves estaremos para sempre com o Senhor, onde Ele estiver, conforme escrito em I Tessalonicenses 4: 13 a 17 e João 14: 2; 3.



ZACARIAS 12: 2, 3 diz:



“Eis que porei Jerusalém como um copo de tremor para todos os povos em redor e também para Judá, quando do cerco contra Jerusalém. E acontecerá, naquele dia, que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem com ela certamente serão despedaçados, e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra.”


Jerusalém está situada no monte santo do Senhor (ver Joel 3: 17 e Zacarias 8: 3) e daquele lugar Yeshua reinará sobre o trono de David (Isaias 9: 7) com vara de ferro, no dia de sua ira contra as nações e reis da terra para que se cumpram as palavras ditas pelo rei David no capitulo dois de salmos e também nos escritos encontrados em Apocalipse 2: 27 / 12: 5 / 19: 15.


Yeshua virá num momento crítico onde a nação de Israel estará sendo assolada e também os crentes fiéis que não se curvaram as determinações da besta, onde muitos serão degolados (ver Apocalipse 20: 4), porém no momento da vinda de nosso messias, primeiramente os fiéis que passaram pela grande tribulação se encontrarão com Ele nos ares para que haja a transição do estado corpóreo de corruptível para incorruptível, e também a ressurreição ou ressurgimento dos ”mortos que foram fiéis” e que se unirão aos escolhidos que estiverem vivos, com seus corpos incorruptíveis, e juntos desceremos com o messias para que se cumpra o capítulo 14 do livro do profeta Zacarias que descreve a descida de Yeshua sobre o Monte das Oliveiras e os santos juntamente com ele, e na seqüência o implante do reino milenar messiânico.



Interessante notar que durante o reinado milenar de Yeshua haverá duas "classes" de pessoas habitando sobre a terra, ou seja, os fiéis que tiveram seus corpos transformados juntamente com os bem-aventurados que ressurgiram na primeira ressurreição, conforme Apocalipse 20:6 e I Coríntios 15: 49 a 54, e os demais povos da terra que restarem da guerra do Armageddon, no vale de Josafá em Israel, que será o período final da grande tribulação onde YHWH congregará as nações da terra contra a nação Israel para entrar em juízo contra os reis da terra, por causa dos fiéis remanescentes judeus, e da herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a terra do Eterno. (Ver profecia em Joel capítulo 3 e Apocalipse 16).


Esta segunda classe continuará sendo composta por pessoas que não foram fiéis mas que sobreviveram em seus respectivos países aos acontecimentos do período da grande tribulação e deverão se submeter ao governo de Yeshua (ver Zacarias 14:16 e 17 / Isaias 66: 23) e, interessante notar que eles continuarão tendo suas vidas normais no reino milenar de Yeshua, porém serão contados como pecadores e mortais, vejamos o que diz o profeta Isaias no capitulo 65, versículo 20:


Não haverá mais nela criança que viva poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; aquele que morrer com cem anos, será tido por jovem; o pecador que não conseguir alcançar cem anos será considerado amaldiçoado.


Este período milenar será um tempo de paz por causa da ausência de Satanás que deverá estar preso, conforme lemos em Apocalipse 20: 2 e 3, porém no término destes mil anos o diabo será solto e voltará a enganar as nações, ou seja, aquela segunda classe de pessoas descritas em Isaias 65: 20, e isso ocasionará novamente um levante contra Israel e Jerusalém e conseqüentemente contra o reinado de Yeshua , porém este será o último levante, pois a partir daquele momento os ímpios serão exterminados da face da terra através do fogo consumidor que descerá do céu e logo em seguida entraremos na fase do juízo final que será presidido contra satanás, seus anjos e todos os ímpios, conforme lemos no capítulo 20 de Apocalipse.


Após os ímpios serem destruídos definitivamente da face da terra entraremos para a fase final que será a criação do novo céu e da nova terra e agora sim será implantado o reino definitivo e eterno de Yeshua e o acontecimento da descida da noiva do cordeiro que segundo lemos em Apocalipse capítulo 20, será a NOVA JERUSALÉM onde não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira, mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro, ou seja, aqueles que reinaram o período milenar com Yeshua.



Leia mais em: http://www.torahweb.net/A-grande-tribulacao-h38.htm#ixzz32qertvnI
Fonte: TORAH WEB - site judaico messiânico

PARA REFLETIR: SINCRETISMO

Marcos 7:6-9 - E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito:Este povo honra-me com os lábios,Mas o seu coração está longe de mim;
Em vão, porém, me honram,Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.
Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.
E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.





terça-feira, 22 de julho de 2014

Qual o significado da palavra "RACA" ?


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 Qual o significado da palavra "RACA" ?

Mensagem por Xan Berg em Qua Ago 31, 2011 7:31 pm
 

Neste tópico iremos refletir sobre os possíveis significados da palavra "Raca" descrita no evangelho de Mateus, acompanhe-me:

Mat 5:22 - Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: "Raca", será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.

O termo “raca” aparece no NT grego grafado como ῥακά (rhaká), porém ela é de origem semita, tal palavra foi apenas transliterada do hebraico para o grego sem apresentar seu real significado.

Segundo a explicação de alguns teólogos, entende-se que a palavra "Ráca" tenha o significado de tolo, insensato, cabeça oca e congeneres, porém, estes adjetivos estão relacionados a segunda parte do versiculo, onde lemos que aqueles que chamam o irmão de " louco " serão dignos do fogo do inferno, isto é, o escritor não utilizaria uma mesma palavra para dois tipos distintos de penalidades.

Particularmente acredito que a palavra "raka" não foi transliterada e traduzida corretamente, pois, em hebraico existe uma palavra muito próxima ao termo "ráka" que é utilizado como simbolo de desprezo, ou seja, quando alguém em Israel está descontente com seu próximo, geralmente esta pessoa é chamada de "Rára".

Em muitos casos de transliterações do hebraico, a letra "K" possui som de "R", por exemplo, Tanakh ou Tanach (Biblia hebraica תנ״ך), que no português teríamos Tanarr, com o som do "R" pronunciado com sotáque carióca quando se diz "Porta", "Arma", etc...

A palavra que se encaixa no termo "Raká" poderá ser considerada como "Rára" (חָרָה), que dentre seus significados temos, imprestável, lixo, fezes ..., isto é, o termo "Rára" abrange o significado de outras palavras que indicam algo totalmente desprezível e sem valor.

A palavra "Rára" é usada em outros textos biblicos, por exemplo, depois que o profeta Jonas pregou em Nínive e o povo se arrependeu e alcançou a graça de YHWH, o profeta lamentou por causa disso, como vemos nos primeiros versiculos do capitulo 4 do livro de Jonas e no versiculo 4 o próprio Eterno o questiona dizendo:

? וַיֹּאמֶר יְהוָה, הַהֵיטֵב חָרָה לָךְ

Va'iomêr YHWH, HeHeitêv Rára lerráh?


E disse YHWH: faze bem que te sintas "Rára"?

Jonas se sentiu humilhado, desprezado, imprestável, um lixo, depois de tudo o que passou, sabendo que YHWH teve misericórdia dos ninivitas, porém o Senhor trouxe uma reflexão a Jonas demosntrando que aquela missão não tinha sido em vão, mesmo que o profeta achasse que estava tudo errado e se sentia humilhado.

São estas minhas conclusões particulares sobre o termo RACA.

FONTE: http://www.torahweb.net/t1273-qual-o-significado-da-palavra-raca

A Era das Estrelas Gospel está chegando ao fim!







Hermes Fernandes

Não sou saudosista. Mas devo admitir que foi-se o tempo em que o púlpito não era palco nem palanque, e a congregação não era platéia, nem tampouco o pastor era considerado um showman. Foi-se o tempo em que cantores que se dedicavam a louvar a Deus não tinham fã clube, e nem sabiam o que significa tietagem após sua apresentação. Mesmo porque, não havia performance, e sim, culto. Todos os holofotes eram voltados para Deus. E os únicos aplausos que esperava ouvir vinham dos céus.

O sonho de conquistar o mundo para Cristo foi substituído pelo sonho de tornar-se num mega-star gospel.

O dinheiro antes investido para enviar missionários para o campo, agora é usado na construção de suntuosas catedrais, com suas cadeiras acolchoadas, para oferecer conforto à crentes almofadinhas.

Mas tudo isso está prestes a acabar. O mercado gospel está ficando saturado. Ninguém suporta mais patrocinar os projetos megalomaníacos dessas estrelas.

Cada vez mais, os cristãos estão se conscientizando de que seu papel não é o de manter esta indústria religiosa, que se apresenta como ministérios, e sim, de trabalhar pela transformação do mundo.

Chega de fogueiras santas! Chega de fogueiras de vaidade!

Chega de estratégias evangelísticas mirabulantes. Que o importante seja o que é certo, e não o que dá certo.

Chega de busca por títulos e fama. Que se busque servir em vez de ser servido.

Voltemos ao velho e bom Evangelho, sem invencionices. Voltemos ao discipulado, sem a pressão pela multiplicação. 

Deixemos que Ele acrescente em número, enquanto nós focamos a qualidade de nossa vivência cristã.

E que os milagres aconteçam em ambientes domésticos e seculares, no dia-a-dia, e não a granel, no atacado, como tem sido anunciado nos programas neo-pentecostais.

Está chegando o tempo em que o Evangelho será espalhado por toda a Terra, não através de eventos extraordinários, marchas, cruzadas, mas através de gente anônima, ilustres desconhecidos, que ofuscarão o brilho daqueles que se acham indispensáveis na expansão do Reino de Deus, e isso, sem chamar a atenção para si.

Pronto! Falei! Estava entalado...
Viva o novo tempo!
Fonte:http://pastoriranildomedeiros.blogspot.com

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Quem são os Libertadores?

Em todas as gerações Deus irá levantar libertadores para tirar pessoas do Cativeiro.
O que é Requerido de um Libertador?

  • O libertador vive atormentado e incomodado pelo sofrimento do seu povo. Tem pessoas atormentadas com o cativeiro e inconformadas com o sistema  estabelecido em nossos dias.
Vemos hoje que tem pessoas que não se incomodam com isso, chamam e criticam pessoas "libertadoras" de radicais. Mas Deixa!

"Prefiro ser chamado de radical pelos mornos do que ser chamado de morno pelo Messias"
Marcos Andrade

Essa geração é a geração do Politicamente correto e essas pessoas que tem essa atitude não são libertadores. Elas são as pessoas que mantém os outros dormindo.

Um libertador está atormentado, inconformado, insatisfeito com o sistema estabelecido que NÃO É  estabelecido pelo Eterno. Se você não sente incomodo ou você está morno ou tem outtros interesses que não é verdadeiramente do Eterno. Estamos em uma geração apostata.

Quando se consola e bajula uma geração apostata é um erro gravíssimo diante do Eterno. Uma geração apostata tem que ser desmascarada pelos benefícios daqueles que estão oprimidos pelo sistema errado.

                                                                                     


Todo Libertador tem que estar disposto a doar sua vida, sua reputação...


Yeshua, Moisés e etc.. tinham esse mesmo Espírito. Yeshua desceu dos céus...
Não podemos dizer está tudo bem e concordar com isso. Não podemos compactuar com isso, porque não queremos fazer parte de suas obras más, contrárias a do Eterno...


sábado, 19 de julho de 2014

ÁREA VIP NO CÉU? JAMAIS!! EM SHOW GOSPEL? POR QUE NÃO?



Por Antognoni Misael

Faz muuuiiito tempo que deixei de frequentar show evangélico, hoje chamado de Show Gospel. Afinal de contas, quando quero ir a um Show, vou ciente de que irei apreciar alguma amostra de arte específica. Pago com maior prazer o valor se o evento me acrescentar algo de bom e tiver excelência.
Os artistas do meio evangélico atualmente fazem eventos gigantescos e cobram ingressos caros (quando não cobram é porque estão recebendo um alto cachê pago por cofre público, prefeitura, governo, ou outrem), desproporcionais ao que chamam de ministério, e mesmo se utilizando do termo Show tentam desmistificar esta ideia muitas vezes afirmando que ali ocorre um culto a Deus. Acho isso muito contraditório!

Culto a Deus onde centenas de pessoas vão na motivação de encontrar seu astro do gospel? Culto a Deus onde grande parte dos artistas se comportam como celebridades? Culto a Deus onde fãs clubes organizam faixas, lenços e blusas com o nome do “ídolo” na desculpa de que são supostos canais de bençãos e merecem ser honrados? Culto a Deus onde o evento dito gospel tem um formato totalmente idêntico a práxis secular de um conceito de Show? Ops! É show, ou é Culto?
                                          
O artista que está bombando na música gospel, Thalles Roberto, constantemente tem postado via Twitter fotos dos seus
cultos onde se regozija em ver que seus eventos de fato são lotados de gente. Contudo, não curti nem um pouco uma postagem onde este fez menção a área Vip de um dos seus show’s (reveja acima). Pra quem não sabe, a expressão VIP é uma abreviação de Very Important Person, tradução literal de “pessoa muito importante”, de fato é uma sigla que designa “pessoas relevantes”, influentes ou com privilégios especiais.


Foto postada por Thalles Roberto no instagram, via Twitter

Fiquei por instantes a imaginar que, lá na glória celestial, diante de Deus, não haverá segmentação alguma entre pobre, ricos, celebridades ou sujeitos ordinários, não existirá área VIP para gente com privilégios, lá também não pagaremos valores pra nos reunir e louvá-Lo, lá todos cantaremos juntos hinos de Louvor ao Senhor.
Gente, sinceramente, eu teria vergonha de postar uma foto desta, aliás, eu no lugar do Thalles desistiria de chamar estes momentos de culto e partiria para uma proposta de show bussines, afinal de contas, separar área VIP pra ver mais de perto o artista, a arte, o palco até que dá pra passar, mas área VIP pra cultuar…sei não viu. Como ele mesmo postou, ingenuamente, eu creio, na hierarquia eventual encontra-se ele no palco, a galera VIP na “benção”, e a multidão laaaaaaá….atrás. E Deus? Fica aonde nisso tudo?
P.S.: Deixo claro que não tenho nada contra o Thalles, apenas apreço e preocupação (como mencionei num post anterior). No mais, tudo não vai além de um simples desejo de que isso mude.
***
Fonte: Arte de Chocar.
http://mario-mca.blogspot.com.br/2012/09/area-vip-no-ceu-jamais-em-show-gospel.html

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A Mensagem de Judas

A Mensagem de Judas
Nossa porção da Torá (Números 16:1-18:32) desta semana fala sobre a rebelião de Corá, um homem que questionou a autoridade de D-us e arrogantemente procurou se “intrometer” no oficio do sacerdócio. Vale ressaltar que sua rebelião é explicitamente mencionada apenas uma vez no “Novo Testamento” – no Livro de Judas (הספר יהודה) – como um exemplo do destino que aguarda esses falsos mestres que também desprezam a Torá de D-us. Infelizmente, o aviso do Judas é muitas vezes negligenciado hoje, provavelmente porque as pessoas se sentem desconfortáveis com a perspectiva de um julgamento de D-us. Afinal, em nossa era do “politicamente correto”, as pessoas têm sido doutrinadas a considerar a “tolerância” como a maior das virtudes e “intolerância” como o maior dos vícios… As pessoas gostam de ouvir a “boa nova” do amor de D-us, mas elas se escandalizam quando são confrontadas com o dever pessoal de segundo a verdade moral revelada na Torá. Aviso de Judas é especialmente importante para nós dar ouvidos neste tempo presente, porque no tempo que precede imediatamente a vinda do Messias, o engano “espiritual” e a ‘anomia’ desenfreada vai aumentar muito (2º Timóteo 3:1-5). A relva murcha, e as flores caem, mas a Torá do nosso D-us permanece para sempre. Isaias 40:8
Judas (isto é, Yehudá: יְהוּדָה) era o irmão de Tiago (isto é; Ya’akov), o líder original dos judeus ‘do Caminho’ em Jerusalém que ardentemente ensinava os a realizar atos de justiça para demonstrar a fé genuína (Tiago 1:22; 2:14-26). O livro de Atos registra que era Tiago (isto é; Ya’akov) – juntamente com os sábios em Jerusalém – que aconselharam o Emissário Paulo a demonstrar sua fidelidade à Torá, oferecendo sacrifícios no Templo (Atos 21:18-26). Tanto Tiago e Judas eram irmãos de Yeshua, embora a princípio eles não acreditassem em suas reivindicações messiânicas (João 7:05, Marcos 3:31-34). Após a ressurreição (תחיית מתים), Yeshua (Baruch Shemô) pessoalmente apareceu a Tiago (1 Coríntios. 15:7), que mais tarde se tornou o líder da assembléia ‘deste Caminho’ original em Jerusalém (Gálatas 2:9).
Judas nos alerta sobre a infiltração de falsos mestres e “batalhar pela (ie, ἐπαγωνίζομαι,” agonizar “) a fé”(Judas 1:3). Deve-se notar aqui que há fortes correspondências entre a carta de Judas e segunda carta de Pedro (ou seja, 2 Pet. 2:1-3:3). Judas começa sua carta advertindo seus leitores que “certas pessoas se infiltraram no meio de vós” que pervertem a mensagem da Chesed (graça) de D-us, implicando que nós somos livres Torá (Judas 1:4). Observe que Judas disse que esses homens tinham “embrenharam” (παρεισδύω), uma palavra depreciativa que significa que contornaram o caminho honesto… A palavra traduzida como “pervertem” neste versículo pode ser mais bem traduzida como “trocam “ou” viram” (ie, μετατίθημι), já que esses mestres” interpretavam “a graça de D-us para ser “libertinagem” (ἀσέλγεια), ou seja, uma licença para não cumprir a Torá. Isso às vezes é chamado de “antinomianismo” (de ἀντί, “contra” + νόμος, “lei”), uma falsa doutrina que afirma que um crente em Yeshua (Jesus) é liberto de todas as instruções (leis) da Torá (incluindo, às vezes, as instruções (leis) morais expressas na Torá). Encontramos evidências dessa linha de “sem lei” no pensamento e escritos dos primeiros “pais da igreja cristã.”
A este propósito, deixe-me lembrá-lo de um versículo do “Novo Testamento”: “Que ninguém de forma alguma vos engane, pois ele [o retorno de Yeshua] não virá até que a apostasia (ἀποστασία) fique em evidencia…” (2º Ts. 2:3). A palavra “apostasia” significa literalmente “estar longe” (ἀπό + ἵστημι) da verdade e fazer uma pretensão de permanecer dentro dela.
Em hebraico, é a palavra meshuvá (מְשׁוּבָה), aquele que “se afasta” de D-us. Uma palavra que descreve um incrédulo tanto quanto ele descreve um traidor…. Algumas pessoas acham que haverá um grande momento de reavivamento antes da volta de Yeshua, mas infelizmente isso não é verdade. De fato, Yeshua perguntou se ele iria encontrar alguém com emuná (fidelidade, fé) quando retornasse (Lucas 18:8). De qualquer forma, Judas afirma que aqueles que “se levantam” nas congregações para ensinar uma verdade contrária à vontade revelada de D-us (isto é sua Torá) são apóstatas, e o julgamento que enfrentarão será uma coisa terrível a se considerar.
Alguns falsos mestres têm uma aparência exterior de espiritualidade, mas em última análise, eles negam sua realidade e poder (2 Tm. 3:5-6). Judas os chama de “espiritualistas” (ἐνυπνιαζόμενοι), lideres ou mestres carismáticos e pentecostais que afirmam receber mensagens diretas de D-us. Invariavelmente, essas pessoas contaminam toda a Congregação. Eles se arrogam grande “conhecimento espiritual”, alegando que eles são os destinatários da revelação especial, nova que inevitavelmente negam ou distorcem o significado claro das Escrituras Sagradas. Em última análise, eles desqualificam o que naturalmente não entendem e, ironicamente, são destruídas por seus próprios ensinos, que eles alegam ser a fonte de revelação divina (Judas 1:8-10).
Próxima Judas ensina que os falsos mestres seguem o “erro de Balaão” – o profeta corrupto que tentou amaldiçoar Israel. O Livro do Apocalipse menciona “a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a colocar uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel “(Apocalipse 2:14).
Balaão era um mercenário espiritual que usou seus talentos para obter dinheiro, fama, aplausos, respeito, e assim por diante. Ele era uma “prostituto espiritual” que queria vender os seus serviços sem se preocupar com a verdade (Nm 22:07, Deut. 23:4-5). Embora ele parecia seguir as instruções de D-us, a sua atitude interior era realmente hostil ao desejo e plano de D-us para Israel. Ele era, portanto, dúbio, umamente fragmentada, antagônico ao caminho da verdade e, portanto, literalmente insano (2 Ped. 2:16). Quando Balaão disse emissários do rei Balaque que ele poderia “apenas falar o que D-us colocasse em sua boca”, ele estava sendo literal, e não moral… Isso se revela no fato de que ele estava disposto a tentar três vezes para amaldiçoar o propósito de D-us para com os filhos de Israel, mas a cada tentativa D-us frustrava sua má intenção.
É interessante notar que o nome de Balaão (Isto é: Bil’am – בִּלְעָם) significa “não do povo ou sem povo”, que faz alusão ao fato de que ele procurou amaldiçoar o povo judeu e levá-los ao julgamento. Apesar de ter sido milagrosamente repreendido por seu burro – e diretamente advertido pelo Anjo de Adonay, ele mesmo – Balaão continuou a conspirar contra Israel, até que finalmente foi bem-sucedido usando mulheres ‘prostitutas rituais’ de Moab para seduzir os homens do acampamento em Baal-Peor, para caírem em idolatria (Nm 31:16). Desde que ele foi frustrado em suas tentativas de amaldiçoar diretamente Israel, Balaão argumentou que seduzir Israel a idolatria era a maneira de, eventualmente, levá-los à ruína. Mas Balaão se esqueceu de que D-us não é apenas o juiz de Israel, mas também o Salvador de Israel. Mais tarde ele foi morto pela espada, enquanto lutava contra os israelitas antes de entrarem na Terra Prometida (Números 31:8).
Finalmente, Judas comparou falsos mestres a Korach que se rebelou contra Hashem.
Korach (Corá), como sabemos da nossa porção da Torá (Números 16:1-18:32), estava descontente com a sua sorte e procurou obter o poder por arrogando o ofício do sacerdócio para si mesmo. Ele foi consumido com inveja e ressentimento, porque ele não foi escolhido para ser um líder de destaque entre as pessoas e, portanto, ele atacou Moisés e questionou a autoridade do seu ensinamento. Korach queria ser o centro do palco no plano de D-us, e quando ele percebeu que ele não era, ele sentiu envergonhado sobre seu status quo. Ironicamente, a acusação difamatória de Korach que Moisés e Aarão “exaltaram-se na congregação de Adonay” foi a razão oculta pela qual Korach procurou rebelião.
Observe que Judas descreve “rebelião” de Korach usando a palavra antilogia (ἀντιλογία), que significa “falar (λέγω) contra (ἀντί)”, ou contradizer a palavra da verdade (Judas 1:11). Ponto o que Judas quer dizer que rebelião é aquilo que busca negar da autoridade da Torá de D-us, é os tais falsos mestres vao sofrer um destino semelhante ao de Korach …
Por outro lado, os mestres são avisados de que eles devem ensinar com precisão (ὀρθοτομέω, lit: “Corte certo”) a mensagem da verdade (2 Tm. 2:15) e estarão sujeitos a um juízo mais rigoroso do que os outros por causa do conteúdo seu ensino (Tiago 3:1).
A palavra hebraica para a educação é Chinuch (חִנּוּךְ), uma palavra que compartilha a mesma raiz da palavra “dedicação” (ie, Chanuká: חֲנֻכָּה).
A verdadeira educação das Escrituras é, portanto, fundamental para ser um aluno (discípulo) do Messias. Todos os discípulos de Yeshua são chamados de “estudantes”, ou talmidim (תַּלְמִידִים), uma palavra que vem do lamad (לָמַד) que significa “aprender” (o estudo das Escrituras é chamado de Talmud Torá (תַלְמוּד תּוֹרָה) da mesma raiz).
Entre outras coisas, então, seguir Yeshua significa tornar-se um estudioso das Escrituras judaicas que Ele amou e cumpria (Mateus 5:17-18, Lucas 24:44-45). Só depois de saber a verdade das Escrituras Sagradas, você estará equipado para “ir a todas as nações e ensinar” os outros (Mateus 28:19). ..; Como os nossos sábios ensinaram há muito tempo: “Sobre três coisas que o mundo se sustenta: sobre a Torá, a adoração (Avodá), e sobre os atos de bondade (Gemilut Chassadim)” (talmud: Pirkey Avot 1:2).

FONTE: http://www.yeshuachai.org/forums/topic/a-mensagem-de-judas/